Dinheiro Incrível

O Blog do consultor e professor PhD Marcos Crivelaro sobre finanças pessoais e economia!

Lojas ainda têm carros com IPI zero

Publicado por dinheiroincrivel em Novembro 8, 2009

http://www.jt.com.br/editorias/2009/11/07/eco-1.94.2.20091107.11.1.xml

 São pelo menos 800 veículos à venda com imposto menor em concessionárias

MARCOS BURGHI, marcos.burghi@grupoestado.com.br

As redes de concessionárias de automóveis da capital têm pelo menos 800 veículos novos ainda com descontos devido ao corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que vigorou entre dezembro do ano passado e setembro (veja box). O levantamento foi feito pelo Jornal da Tarde com quatro das principais revendedoras da cidade ligadas a grandes montadoras. Hermes Schincariol, diretor da rede Vigorito, que comercializa a marca Chevrolet, da General Motors, afirma que o estoque ainda conta com cerca de 300 unidades cujo faturamento aconteceu até setembro, antes da volta gradual do IPI. Entre as opções estão veículos Corsa e Celta (veja quadro). Na rede Itavema há cerca de 200 unidades de diversas marcas, de acordo com a gerente da unidade Barra Funda, Ana Maria Junqueira. Eduardo Acciari, gerente da concessionária Automobiles de Paris, da marca Peugeot, não soube informar quantas unidades ainda têm preços com IPI reduzido, mas afirmou serem “poucas”. Na rede Brasilwagen, maior concessionária da rede Volkswagen da capital, há aproximadamente 300 unidades cujos valores contemplam a diminuição do IPI de forma integral. A concessionária Frei Caneca, da rede Ford, não atendeu ao pedido de informações da reportagem.

Na avaliação de Ayrton Fontes, economista da agência de publicidade MSantos, especializada em varejo automotivo, o anúncio do fim gradual da baixa do IPI, em setembro, fez com que as concessionárias reforçassem seus estoques, o que explica o número de veículos com preços menores ainda à disposição dos consumidores.

Sergio Reze, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), acredita que haja um estoque “considerável” de automóveis faturados antes do início da recomposição das alíquotas do IPI, embora não tenha dados acerca do volume exato. “O consumidor ainda consegue preços com a redução”, afirma.

Marcos Crivelaro, economista e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), alerta que a chegada da primeira parcela do 13º salário, no fim de novembro, pode ajudar a formar um valor de entrada para o carro novo, principalmente se o comprador encontrar ofertas com a redução integral do IPI.

Crivelaro ressalva que a opção só serve para os consumidores que não têm dívidas. Aqueles que precisam pagar contas atrasadas, sugere Crivelaro, devem aproveitar o abono de Natal para fazê-lo ao invés de aumentar o nível de endividamento com a contratação de novo financiamento. O economista lembra que antes da compra é preciso pesquisar o preço e as condições de pagamento.

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Prof Crivelaro com noticias (muitas) no feriado de Finados!

Publicado por dinheiroincrivel em Novembro 2, 2009

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1360026-9356,00.html http://eptv.globo.com/economia/economia_interna.aspx?276112 http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091031/not_imp459159,0.php http://www.meionorte.com/noticias,vai-viajar-no-fim-do-ano-para-o-exterior-confira-como-usar-a-taxa-de-cambio-a-seu-favor,85656.html http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Economia/899,,Bolsa+paulista+perde+lideranca+do+ranking.aspx http://www.bemparana.com.br/index.php?n=125667&t=bovespa-perde-a-lideranca-do-ranking http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=17&id=233473 DOLAR X TURISMO Um dos jeitos mais fáceis de o turista aproveitar o dólar barato é comprar pacotes cotados em dólar nas agências de turismo. Quem vai viajar em janeiro, por exemplo, pode fechar negócio agora e, normalmente, a conversão do preço para reais é feita no momento em que o contrato é assinado. Assim, o turista garante a cotação do dólar atual no pagamento mesmo que a viagem ainda demore alguns meses. Outra vantagem é que, se o pacote for parcelado, no momento em que o contrato é fechado é calculado quanto ficará a parcela em reais – e ela não muda mais, mesmo que o dólar suba ou desça. • Algumas agências usam uma cotação do dólar em torno de R$ 1,70, o que é muito vantajoso” “Quem vai viajar deve aproveitar pacotes que já estão no mercado, que integram passagem, hotel, refeições e passeios. Algumas agências usam uma cotação do dólar em torno de R$ 1,70, o que é muito vantajoso”, diz Marcos Crivelaro, consultor de finanças pessoais. Dólar comercial x dólar turismo Na agência de viagens CVC, por exemplo, os pacotes internacionais e cruzeiros, mesmo os feitos dentro do Brasil, têm preço em dólar. A empresa usa uma taxa de câmbio definida por ela a cada dia, que é informada ao cliente nas agências e que, segundo a CVC, normalmente fica um pouco abaixo da cotação do dólar turismo. Na quinta-feira (29), por exemplo, o dólar turismo fechou a R$ 1,83 e o dólar comercial, a R$ 1,73. No mesmo dia, a taxa usada pela CVC era R$ 1,80. A TAM Viagens trabalha da mesma forma: a conversão é feita no momento da compra, usando a cotação do dólar turismo do Banco do Brasil. Uma vez definido o valor do pacote em reais, são calculadas as parcelas fixas em reais. Para Crivelaro, quem não vai comprar pacote ou quer garantir o câmbio para o dinheiro que será gasto em compras lá fora deve ir comprando dólares semanalmente, para não correr o risco de comprar tudo de uma vez e pegar um dia de cotação desfavorável. Ele alerta também que quem vai para países que usam outras moedas além do dólar ou euro pode acompanhar na internet a cotação da moeda em relação ao real e ao dólar. Isso porque, dependendo do caso, pode ser mais vantajoso trocar reais pela moeda aqui no Brasil do que levar dólares para serem trocados pela moeda local ao chegar lá. Cartão de crédito x cartão pré-pago O turista que vai comprar dólares ou fechar contratos normalmente encontra uma cotação mais próxima do dólar turismo, que está atualmente em torno dos R$ 1,80, enquanto as compras do cartão de crédito normalmente são convertidas por uma taxa mais próxima do dólar comercial. “Mas o cartão de crédito tem as compras convertidas para reais na data da fatura, então só é vantagem se a pessoa for viajar agora”, diz Cláudio Carvajal. No caso do cartão de crédito, a taxa de câmbio usada para conversão do valor comprado é informada só quando a fatura chega para o cliente. Mas a taxa de câmbio que vale mesmo é a da data do pagamento. Então, se houver diferença, para mais ou para menos, entre a taxa que veio na fatura e a da data do pagamento, a compensação é feita na próxima fatura. • Ao fechar o contrato o consumidor deve ficar atento e ver qual a taxa usada e se está próxima da cotação publicada” As taxas do dólar comercial e turismo publicadas diariamente servem de referência, mas cada banco, agência de viagem ou casa de câmbio tem liberdade de cobrar a taxa que quiser. “Ao fechar o contrato o consumidor deve ficar atento e ver qual a taxa usada e se está próxima da cotação publicada”, explica o consultor. Outro jeito de garantir uma taxa de câmbio favorável agora para viagens no futuro é comprar traveller cheques ou cartões pré-pagos do tipo “travel money”. No primeiro caso, os travellers são uma espécie de “vale” em papel, denominado em dólar ou euro, que é trocado no país estrangeiro por moeda local – no entanto, os locais de troca podem cobrar taxas pela transação ou oferecer uma taxa de câmbio ligeiramente desfavorável para garantir seu lucro. Já os cartões pré-pagos são carregados no Brasil, com pagamento em reais, mas o saldo é convertido e fica “guardado” em dólar ou euro. No país de destino, o turista pode usá-lo diretamente para compras, como um cartão de débito, com conversão na hora para a moeda local se ela não for dólar ou euro; ou realizar saques em caixas eletrônicos, pelos quais é cobrada uma taxa. QUAL É O MELHOR INVESTIMENTO ATUALMENTE ? Bolsa perde a liderança do ranking Bovespa rende 0,05% em outubro e só bate o lanterna dólar; ouro lidera Renata Gama Tamanho do texto? A A A A O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) perdeu em outubro a liderança mensal dos investimentos, que vinha sendo mantida desde julho. Após forte oscilação, o índice fechou o mês com alta tímida, de 0,05%. O investimento que assumiu o primeiro lugar foi o ouro, rendendo 3,22% no mês. Mas, se olhado o desempenho anual até outubro, o Ibovespa continua líder (63,9%), com rendimento quase dez vezes superior ao do segundo lugar, os Fundos RF (6,91%). O dólar se manteve na rabeira do ranking com queda de 0,90% no mês . No ano, o dólar também é a última colocada entre as aplicações (-24,80%). Na opinião do administrador de investimentos Fábio Colombo, a alta volatilidade no mercado motivou a redução do ritmo de alta da bolsa. “O mercado está muito nervoso”, disse, acrescentando que há sinais contraditórios no cenário global. “Saíram indicadores dos EUA de alta do PIB que animaram os investidores, mas não se sabe se essa recuperação vai se manter. Está chegando momento em que o efeito dos pacotes dos governos vai acabar. E já se fala em alta de juros.” Ao mesmo tempo, há o movimento de realização de lucros. “A Bolsa vem sendo líder desde julho, não é razoável que vá se comportar assim sempre. A gente segue a tendência mundial, mas a nossa bolsa subiu bem mais que as bolsas ao redor do mundo. A alta estava excessiva. Em algum momento haveria queda”, considerou. Em vigor desde o dia 19, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2% sobre capital estrangeiro também contribuiu para a saída de investimentos, observou. “Os investidores estrangeiros estavam entrando muito forte no Brasil para aplicar em bolsa. E quem quer entrar e sair rapidamente foi afetado.” Para o consultor Marcos Crivelaro, o IOF influenciou muito pouco. “No IOF não aposto. O efeito foi pequeno. Houve impacto logo no dia seguinte, uma reação do mercado. Mas, nos outros dias, atenuou. Na minha opinião, é realização de lucros.” Segundo Crivelaro, esse movimento é liderado por estrangeiros. “Houve repatriações de dinheiro. Havia concentração aqui como um porto seguro”, observa. “Tem muito capital voltando para países que estavam em crise e agora se mostram em recuperação”, diz. A ascensão do ouro no ranking, para Crivelaro, ocorre mais pela queda dos demais rendimentos no mundo do que pelo desempenho do investimento em si.

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Linha branca: corte do IPI traz economia e empregos

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 30, 2009

http://www.jt.com.br/editorias/2009/10/30/eco-1.94.2.20091030.1.1.xml

Governo decide prorrogar a redução do imposto sobre geladeiras, fogões e máquinas de lavar até o final de janeiro, mas só para os produtos com baixo consumo de energia elétrica. Medida vai resultar em contratações PAULO JUSTUS, paulo.justus@grupoestado.com.br A prorrogação da política de corte do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca, anunciada ontem pelo governo, foi condicionada à eficiência energética e à preservação de empregos. A medida terminaria amanhã, dia 31, e agora vale até 31 de janeiro, para lavadoras de roupas, tanquinhos, fogões e refrigeradores. Apenas os produtos com o Selo A, que atesta menor consumo de energia, vão ser beneficiados com a continuidade do alívio fiscal nos mesmos moldes daquele concedido em 17 de abril deste ano. Os eletrodomésticos com o Selo B terão um aumento intermediário do tributo e aqueles com o Selo C em diante terão a alíquota cheia do imposto (veja ao lado). A boa notícia para o consumidor é que a maior parte dos produtos da linha branca vendidos hoje já se encaixa na mais alta classificação de eficiência. De acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) esse porcentual situa-se acima dos 80% para a média dos produtos. “A indústria trabalhou muito arduamente desde o apagão, em 2001, para reduzir o consumo de energia”, afirma Lourival Kiçula, presidente da Eletros. Ele diz que a medida premia os fabricantes que investiram tempo e dinheiro na adaptação de sua linha de fábrica para os padrões mais eficientes. As grandes redes de varejo resolveram bancar o imposto menor para os aparelhos menos eficientes, enquanto durarem os estoques, que foram reforçados nos últimos dias, por causa do temor do fim do estímulo fiscal. Wal Mart, Casas Bahia e Ponto Frio só vão repassar a alta do imposto quando revenderem os eletrodomésticos comprados da indústria já com a alíquota mais alta. Mas quando os estoques antigos acabarem, o consumidor vai notar uma diferença menor de preços entre os produtos que consomem mais energia elétrica e aqueles mais eficientes. “A compra de um eletrodoméstico mais econômico se tornou ainda mais vantajosa com essa nova regra do benefício fiscal”, diz Marcos Crivelaro, professor de finanças da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap). Segundo ele, por mais que o custo dos equipamentos mais eficientes ainda seja maior do que aqueles que gastam mais energia, a economia que proporcionam nas contas de luz paga o investimento. “Imagine que uma geladeira fica ligada 24 horas por dia, 365 dias por ano. Ao longo dos anos, o investimento mais do que compensa”, diz. Para o consultor do instituto de educação financeira Disop, Francis Hesse, a economia ocorre principalmente para quem troca uma geladeira velha por uma nova e econômica. “O governo já até tentou, antes da crise, criar um programa de troca de geladeiras. É por isso que eles estão querendo estimular a compra dos refrigeradores mais econômicos”, afirma. Além de ajudar na economia doméstica, a desoneração fiscal também vai ajudar no crescimento do setor. Para Kiçula, o crescimento observado no acumulado de janeiro a setembro, de 20% sobre o ano passado deve ser inclusive intensificado até o fim do ano. “Vamos começar a crescer na comparação com os meses que sentiram o reflexo da crise no ano passado. Por isso os resultados serão ainda melhores.” A Eletros contabilizou a venda de 10 milhões de eletrodomésticos da linha branca, de janeiro a setembro deste ano. “Dois milhões de unidades foram comercializadas por causa da redução do imposto”, diz Kiçula. Ele explica que apesar de a redução ter se restringido à quatro produtos, ela levou o consumidor às lojas e estimulou as vendas como um todo.

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DDA (Débito Direto Autorizado) ou (Dúvida De Autorizar?)

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 26, 2009

 

Parabenizo a iniciativa da criação do DDA. Mas sempre desconfio em quanto custará esse moderno serviço.

Sobre a segurança e confiabilidade ninguém duvida. Mas existem outras dúvidas. Minhas entrevistas sobre o assunto estão nos links abaixo:

 

  1. DDA: não seja levado pela novidade – Investimentos e Notícias

20 Out 2009 Já no primeiro dia de operação, o DDA (Débito Direto Autorizado) atraiu mais analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro.
www.investimentosenoticias.com.br/…/dda-nao-seja-levado-pela-novidade.html – Similares

  1. Yahoo! Finance – DDA: não seja levado pela novidade sem se atentar

analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro. É bom não confundir: a adesão ao DDA não significa que as contas serão pagas
br.pfinance.yahoo.com/…/financas-dda-n-atilde-seja-levado.html – Em cacheSimilares

  1. DDA: não seja levado pela novidade sem se atentar aos detalhes

23 Out 2009 analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro. Então, na hora de aderir ao DDA, fique atento a tudo isso.
economia.uol.com.br/…/dda-natildeo-seja-levado-pela-novidade-sem-se-atentar-aos-detalhes.jhtm – Em cacheSimilares

  1. DDA já reúne 1,2 milhão, mas é preciso cuidado – O Globo

Até agora, nenhum banco fixou tarifas para o uso do DDA, mas a Federação se confunda – observa o professor de finanças da FIAP Marcos Crivelaro.
oglobo.globo.com/…/dda-ja-reune-1-2-milhao-mas-preciso-cuidado-830000956.asp – Similares

  1. Diário de Sorocaba

24 Out 2009 COMO FUNCIONARÁ – Quem esclarece como funcionará o sistema DDA é o economista Marcos Crivelaro, especialista em Matemática Financeira,
www.diariodesorocaba.com.br/noticias/not.php?id… – Em cacheSimilares

  1. O Consumidor em Debate: Ainda sobre o DDA

23 Out 2009 O novo sistema de pagamento de contas (DDA) ainda gera algumas polêmicas, analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro.
oconsumidoremdebate.blogspot.com/…/ainda-sobre-o-dda.html – Em cacheSimilares

  1. Artigos relacionados: DDA: não seja levado pela novidade sem se

ou agende o pagamento”, analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro. Então, na hora de aderir ao DDA, fique atento a tudo isso.
www.newstin.com.br/rel/br/pt-010-001425087 – Em cacheSimilares

  1. Emsergipe.com -> Notícias -

24 Out 2009 DDA: não seja levado pela novidade sem se atentar aos detalhes. InfoMoney analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro.
emsergipe.globo.com/noticias/?act=visualizar… – Em cacheSimilares

  1. Débito Direto Autorizado: vantagens e desvantagens / 2009-10-23 13

23 Out 2009 Marcos Crivelaro No inicio da década de 90 foi inserido nos boletos de já se cadastraram no serviço de Débito Direto Autorizado (DDA).
indexet.tribunadecianorte.com.br/…/Debito-Direto-Autorizado-vantagens-e-desvantagens.html – Em cacheSimilares

  1. .: Rádio Sorriso | AM 700 KHZ | A ponte da informação!

Já no primeiro dia de operação, o DDA (Débito Direto Autorizado) atraiu mais de 1 milhão de analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro.
www.radiosorriso.com

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O dólar nunca mais será o mesmo!

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 20, 2009

A crise acentuou a queda do dólar e ele não voltará aos seus níveis anteriores, afirma Sergio Rossi, professor de Economia da Universidade de Friburgo.

O nota verde poderá ter o mesmo destino da libra inglesa 60 anos atrás: simplesmente ser substituída, prevê o professor na entrevista a seguir.

O valor do dólar norte-americano está muito baixo. No início da semana passada, 1,03 franco suíço e 1 euro valia 1,49 dólar. Essa cotação assinala o começo do declínio da moeda dos Estados Unidos, analisa o professor de política monetária Sergio Rossi.

swissinfo.ch: O dólar perdeu mais de 10% em seis meses. O que causou essa queda brutal?

Sergio Rossi: Primeiro foi a importante queda das taxas de juros do Federal Reserve (Fed): o banco central americano visa atualmente de 0 a 0,25%. Isso significa que os depósitos em dólar praticamente não ganham nada.

Em segundo lugar, as altas de impostos anunciadas para compensar o déficit orçamentário abissal do setor público provoca uma saída de capitais dos Estados Unidos. Finalmente, o risco de inflação no país torna o dólar pouco atrativo no plano mundial.

swissinfo: A inflação é uma ameaça?

S.R.: É. Para conter a crise, o governo norte-americano injetou bilhões de dólares no sistema financeiro, atualmente diluídos no balanço dos bancos. Quando a recessão acabar, esse dinheiro vai voltar a circular e provocará inflação. Dentro do Fed (banco central), algumas pessoas começam a defender uma alta dos juros para conter a inflação.

Isso porque é preciso mais ou menos dois anos para que esse tipo de medida influencie os preços e o consumo.

swissinfo.ch: A falta de atratividade da divisa força os bancos centrais a vender dólares para comprar outas moedas?

S.R.: Claro que eles gostariam de fazê-lo, mas não podem: se eles vendessem seus dólares para comprar yen ou euro, a taxa de câmbio do dólar cairia ainda mais e desvalorizaria as reservas. A China, que tem as maiores reservas em dólar, já anunciou sua vontade de diversificar seus haveres. Para isso, disse que não compraria mais tantos títulos da dívida pública norte-americana a longo prazo, como fez no passado.

swissinfo.ch: Como o dólar domina há 60 anos, sempre teve compradores de títulos da dívida dos Estados Unidos – o que permite que o país viva a crédito. Isso está mudando?

S.R.: Há cerca de um mês, o tesouro público dos Estados Unidos emitiu títulos da dívida a longo prazo. Alguns não encontraram compradores. Isso é novo e nos interpela. De fato, em tempos de crise, o dólar tem mais atrativos do em tempos normais. Essa moeda tem mais liquidez e o sistema financeiro norte-americano é mais desenvolvido do que o de muitos países, o dólar ganha valor e cai nos períodos mais calmos. Eu receio, contudo, que depois da crise os investidores apliquem em outras moedas ou outros países. O que está claro é que o dólar vai cair ainda mais.

swissinfo.ch: Então o dólar está perdendo sua supremacia?

S.R.: Está. Ele deverá ceder seu lugar a outra moeda.

Sergio Rossi. Sergio Rossi.   (unifr.ch)

swissinfo.ch: Que moeda poderá substituí-lo: o euro, o yuan chinês?

S.R.: O Banco Central Europeu não quer que o euro seja a nova referência. A China também não quer impulsionar o yuan. Na verdade, usar uma moeda nacional como referência internacional não é uma solução perene. No final de um certo período, isso acaba sendo prejudicial ao país emissor dessa moeda. Isso ocorreu com a libra inglesa – oficialmente substituída pelo dólar em 1944 – e vemos agora com a moeda norte-americana.

swissinfo.ch: E qual seria a solução?

S.R.: Seria necessário ter coragem para criar uma moeda supranacional, emitida pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), como preconizava Keynes nos anos 1940. Trata-se de uma decisão política, mas ao que parece os que decidem não estão dispostos a tomar. Em contrapartida, a ideia de uma “cesta” de divisas variadas como referência parece mais viável, mas a transição levaria de 10 a 15 anos.

swissinfo.ch: Portanto, quando os países do Golfo Pérsico falam de deixar de faturar o petróleo em dólar em 2018, como revelou o The Independent, isso parece realista?

S.R.: Os países do Golfo têm mais comércio com a Europa do que com os Estados Unidos. Enquanto suas receitas de exportação forem essencialmente em dólar, eles sofrerão os efeitos das flutuações do câmbio dessa divisa. Diversificar a moeda de faturamento é uma solução para esse problema. Outra seria criar uma moeda única dessa região.

Ela deveria ser introduzida em 2010 por seis países do Golfo, mas a crise forçou seus governos a adiar o projeto. A questão é política. Cabe lembrar que quando Saddam Hussein anunciou que queria fixar o preço do barril em euro e não mais em dólar, os Estados Unidos atacaram o Iraque.

Linda Bourget, La Liberté/swissinfo.ch

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Impostos e custos elevam juros

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 17, 2009

 Tributação e despesas operacionais dos bancos chegam a aumentar as taxas em até 10,5%

Marcos Burghi, marcos.burghi@grupoestado.com.br

Não é apenas o nível de risco da clientela que determina o nível dos juros no Brasil. A tributação do setor bancário e os custos operacionais das instituições também têm forte influência sobre o que os consumidores pagam nos financiamentos.

Segundo dados fornecidos pelas instituições financeiras ao Banco Central (BC), a taxa mensal de uma linha como crédito pessoal pode ficar até 10,5% maior considerando-se os custos do banco com sua atividade e os tributos incidentes sobre a operação. Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), afirma que a diferença é uma ocorrência normal e tende a ser mais alta quanto maior for o risco da linha de crédito. Segundo ele, os custos operacionais decorrem da própria atividade. São despesas com funcionários, manutenção de agências e administração dos contratos firmados pelos bancos. Já a tributação ocorre de forma direta, representada pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), e indireta, pelo Programa de Integração Social (PIS), pela Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e pelo Imposto de Renda (IR).

A tributação direta tem como base de cálculo o valor da operação; a indireta recai sobre as receitas apuradas na atividade da instituição como um todo. De acordo com Oliveira, há uma reivindicação por parte do setor financeiro para que se desonere o setor, o que poderia ajudar na redução das taxas.

Carlos Ayres, coordenador do MBA de Finanças da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), acredita que os bancos não repassam aos consumidores os ganhos com produtividade como deveriam. O professor da Faap afirma que a definição do custo efetivo total da operação, que além dos juros deve incluir todas as tarifas cobradas, vai além dos encargos fiscais e operacionais. “O que conta mais é o risco de crédito que o cliente representa”, diz.

Marcos Crivelaro, professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), acredita com as fusões e aquisições ocorridas no sistema bancário brasileiro, como a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil e a união de Itaú e Unibanco, as instituições teriam como baixar seus custos e transferir a redução para as taxas. “Funcionaria como boa ferramenta de marketing”, avalia.

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Construção Civil faz Bovespa subir!

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 13, 2009

Ao final do pregão, o índice apontava alta de 0,90%, aos 64.645 pontos, máxima do dia. A pontuação é a maior desde 30 de junho de 2008, quando o Ibovespa marcou 65.017 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,27 bilhões.

Na avaliação do professor de economia do Ibmec Rio, André Comunale, enquanto o Ibovespa não voltar às máximas históricas registradas acima dos 73.500 pontos não dá para falar que o mercado está caro.

” Não se pode falar em bolha. Essa puxada de alta está embasada em melhora de resultados, de produção e de emprego ” , diz o professor.

Um caso típico disso é o setor de construção, avalia. Que tem perspectiva de ganho apoiado em um demanda crescente e na ajuda estatal ao segmento por meio do programa Minha Casa Minha Vida.

Hoje, o segmento foi destaque de alta. Gafisa ON saltou 8,83%, a R$ 29,92, Cyrela ON subiu 6,59%, a R$ 26,49. A companhia detalhou os termos de uma oferta primária que pode resultar na captação de mais de R$ 1,4 bilhão. Ainda no setor, Rossi ON teve acréscimo de 5,26%, fechando a R$ 14,00.

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Casamento e o dinheiro, xiiii…

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 6, 2009

Executivo quer segunda chance

Mais dinheiro, menos tempo.

A equação acabou com sete anos de casamento do executivo Elias Tergilene, 37. “Começamos a trabalhar muito e houve problema na convivência diária. A mulher quer a presença masculina”, justificou o pai de dois filhos.

No ano, Elias viaja quatro meses, ora na Itália, depois em Manaus, sem rotina. “Estou tentando conciliar. Já deixei isso bem claro para não ter acusações”, contou sobre o acordo com a segunda esposa, de 30 anos. Antes do segundo casamento, o empresário conheceu a aproximação feminina com segundas intenções.

“A mulher consegue disfarçar por um tempo, mas já aconteceu comigo.” Em São Paulo, o consultor Marcos Crivelaro admitiu ter ouvido confidências de relações baseadas em dinheiro. “Não é explícito”, garantiu. Mas o consultor se surpreendeu com a decisão de uma moça de 25 anos. “Quero ser amante do meu chefe porque quero uma pessoa madura, estável e que possa me ajudar numa dificuldade”, confessou após dois casamentos fracassados.

Quando a musculatura financeira está do outro lado, as reclamações são vastas. “Já ouvi mulher reclamar de ter que pagar motel”, revelou.

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Títulos públicos de inflação lideram alta no ano

Publicado por dinheiroincrivel em Outubro 5, 2009

Segunda-feira, 05 de outubro de 2009, 15h27

Papéis atrelados ao IGP-M e IPCA chegam a subir mais de 25% em 2009, contra 7,7% do CDI

Yolanda Fordelone – AE

A queda da taxa de juros e a perspectiva de retomada da atividade econômica beneficiaram os títulos públicos atrelados à inflação. Esses papéis tiveram a maior valorização no ano entre os títulos negociados pelo Tesouro Direto.

Alguns chegam a subir mais de 25% até o fechamento de sexta-feira, contra a alta de 7,7% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que baliza as aplicações de renda fixa. “Há uma clara percepção de que a baixa na curva de juros (expectativa de juro para os meses subsequentes) fez os títulos de inflação se valorizar”, diz o consultor Rafael Paschoarelli.

Estes papéis remuneram o investidor por uma taxa fixa de juros mais variação da inflação. As Notas do Tesouro Nacional Série B e Série B Principal (NTN-B e NTN-B Principal), por exemplo, são atreladas ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), enquanto as Notas do Tesouro Nacional Série C (NTN-C) acompanham o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).

A metodologia de preço desses títulos faz com que, conforme o juro caia (e só esse ano a queda foi de cinco pontos porcentuais), a remuneração fixa dos títulos diminua e o preço final do papel suba. “Nesse caso, os papéis mais longos levam vantagem, pois são mais voláteis”, comenta Paschoarelli, ao notar que os cinco títulos com maior valorização no ano têm vencimento acima de cinco anos.

Devido ao efeito dos juros compostos no decorrer dos anos, vencimentos longos fazem com que pequenas alterações no juro básico (Selic) provoquem grandes mudanças nos preços desses papéis.

O aquecimento da atividade econômica e o aumento da projeção para a inflação também pode ter influenciado no preço dos títulos, conforme aponta o consultor e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), Marcos Crivelaro. “Nós tínhamos uma incógnita quanto ao juro e a inflação no início do ano. Conforme foi ocorrendo a estabilização do mercado, os títulos foram se ajustando à meta de inflação (de 4,5% ao ano para 2009).” Perspectiva Apesar da valorização significativa dos papéis em 2009, a perspectiva de especialistas de alta dos juros já em 2010 torna a aplicação arriscada daqui para a frente.

“É uma faca de dois gumes. Esses papéis subiram bastante enquanto o juro estava caindo, mas agora o mercado começa a vislumbrar uma alta da taxa já em 2010”, afirma Paschoarelli. O boletim Focus divulgado nesta manhã, com a projeção de 100 instituições financeiras para algumas variáveis macroeconômicas, apontou uma alta na perspectiva para a Selic no fim de 2010, de 9,5% para 9,75% ao ano.

O juro médio projetado também avançou, de 8,94% para 9% ao ano. “Conforme o juro suba, esses títulos vão sofrer desvalorização.” Segundo Paschoarelli, para os investidores que desejam correr o menor risco possível, a aquisição de títulos pós-fixados (Letras Financeiras do Tesouro – LFTs) são a melhor opção. Esses títulos nunca sofrem desvalorização, pois o preço é corrigido diariamente pela Selic diária, taxa que nunca é negativa.

No cenário de longo prazo, porém, os títulos de inflação continuam a ser indicados. “Há o risco político da troca de mandato. Como no ano que vem há eleição para presidência, eu ainda aposto num aumento do preço desses títulos, pois a política macroeconômica estará sendo definida”, diz Crivelaro.

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Seguro residencial: custa pouco e protege o que é mais valioso – seu lar!

Publicado por dinheiroincrivel em Setembro 23, 2009

O seguro residencial tem por objetivo garantir tudo o que existe em uma moradia. Pode incluir o imóvel e todo o conteúdo, ou seja, os bens que normalmente são encontrados em uma residência como também bens especiais de valor estimativo, raridades, obras de arte e até mesmo custos relativos ao paisagismo. A cobertura de bens comuns (por exemplo, geladeira, TV) não altera muito o valor da apólice.

Em comparação com outras modalidades, a demanda pelo seguro residencial no Brasil ainda é pequena. Calcula-se que apenas 9% dos domicílios do país estejam segurados. Para aumentar as vendas, as empresas têm buscado adaptar o produto às necessidades dos consumidores e oferecer uma variedade de serviços que vão desde chaveiro, encanador e eletricista até babás para crianças.

O tipo de construção e o uso que é dado ao imóvel definem a contratação. A grande maioria das empresas não emite apólice se o imóvel for de madeira ou revestido por outro material que incendeie facilmente. O tamanho do terreno e a quantidade de cômodos não influenciam no prêmio, mas a instalação de sistemas de segurança, imóveis em condomínio fechado podem significar descontos.

O valor do prêmio será influenciado pela localização do imóvel, as coberturas contratadas, o tipo de construção, o tipo de uso do imóvel (residência ou veraneio) e a importância segurada. Mas se alguma atividade profissional for praticada na residência, cuidado! O seguro residencial não inclui bens relacionados às atividades profissionais, como no caso de dentistas ou médicos.

Quanto custa? Em geral o custo do seguro, também chamado de prêmio, é calculado em função do valor do imóvel e se incluída a cobertura de conteúdo, também sobre o seu conteúdo. Normalmente, os prêmios representam menos que 0,5% do valor do custo de reposição do imóvel. No prêmio a ser pago, estão incluídos o imposto de operações financeiras de 7% e o custo de apólice, que vai variar, dependendo da seguradora. Se o seguro for dividido em parcelas é acrescida também a taxa de financiamento. Um contrato básico de seguro residencial pode custar a partir de R$ 30 por ano e deve cobrir pelo menos três incidentes: incêndios, queda de raios e explosões de qualquer natureza. A apólice de um apartamento de R$ 300 mil não custará acima de R$ 500 por ano.

Possui mais de uma residência? O seguro residencial pode contratado para uma casa ou apartamento localizado na praia ou no campo, utilizados para o lazer de final de semana. A localização do imóvel é um fator que influencia no prêmio. Cidades de maior porte e que possuem maior quantidade de recursos para o combate a incêndio possibilitam a cobrança de prêmios menores. No entanto, cidades de interior com menor risco de assaltos possuem condições de prêmio e risco menores que os grandes centros.

Quem pode contratar?  Pode ser contratado por quem tenha interesse no bem, por exemplo, além do proprietário, o financiador do imóvel, até o valor da dívida, o locatário que se torna responsável enquanto permanecer a locação e outros que tenham algum interesse sobre esse bem.

Qual cobertura escolher? O mercado está cheio de ofertas, com opções que cobrem, além de incêndio, queda de raio, impacto de veículos, vendavais e outros fenômenos meteorológicos, explosões e até queda de aeronaves. A freqüência de roubos em imóveis é de, em média, 3% ao ano, enquanto a de incêndio é de 0,5% ao ano.

 

Existem três formas de contratação do limite máximo de indenização:

1) cobertura a risco total: a importância segurada deverá ser igual ao valor em risco (valor do bem segurado). Caso tal regra não seja cumprida o segurado arcará com a diferença, através do rateio percentual entre ele e a seguradora, salvo na hipótese de perda total, quando a indenização será igual a 100% da importância segurada.

2) cobertura a primeiro risco absoluto: é aquela em que a seguradora responde integralmente pelos prejuízos até o montante do limite máximo de indenização, não

se aplicando o rateio.

3) cobertura a primeiro risco relativo: o segurado declara qual o valor em risco do bem. Se o valor de risco (valor atual), em caso de sinistro, for superior ao valor declarado pelo segurado, a indenização será reduzida na proporção da diferença entre o prêmio pago e aquele que seria efetivamente devido.

 

Como contratar? Busque a orientação de um corretor com registro na Superintendência Nacional de Seguros (Susep). O contratante deve ler com atenção o contrato, que costuma trazer sempre cláusulas de exceções.

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